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O curso de Turismo e o ENADE 2006
3/9/2006 - Mariana Aldrigui Carvalho





2006 certamente será apontado como um ano marco na história da Educação em Turismo no Brasil. Pela primeira vez, os alunos matriculados nos cursos ligados ao Turismo participarão de uma avaliação para que se possa constatar seu desempenho acadêmico.

Trata-se do ENADE, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, uma das três avaliações que compõe o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES.

Enquanto alguns se preocupam, especialmente aqueles que realizarão a prova, outros comemoram, pois pela primeira vez, desde a origem do curso, em 1971, a formação superior em Turismo será avaliada, e muito do que se disse sobre os cursos de Turismo sairá do universo das opiniões e especulações para ocupar o lugar de fato comprovado.

O destaque jornalístico dado aos resultados do ENADE 2005 no início do mês de agosto certamente se repetirá, e dessa vez, entre os cursos comentados, estará o Turismo.

Será esta uma oportunidade para provarmos, finalmente, nosso mérito acadêmico e conseqüente competência profissional?

Ou estarão os alunos de Turismo mal posicionados no ranking de desempenho, ampliando o espaço para críticas e comentários maldosos sobre o curso e seus alunos e bacharéis?

A inclusão do Turismo no ENADE – motivo de comemoração

Ainda que se discutam os métodos e formas de se avaliar desempenho, e que avaliados se sintam muitas vezes alvo de muita pressão, a avaliação é necessária para que se possa ter, minimamente, um elemento de comparação e balizamento.

Já há algum tempo temos ouvido falar da explosão dos cursos de Turismo, e do crescimento desenfreado do número de cursos. Até 1998, segundo Teixeira (2001), havia 157 cursos, dos quais 119 de Turismo e 38 de Hotelaria. Consultando os resultados dos Censos da Educação Superior realizados pelo INEP, os dados apresentados refletem um crescimento de 380% em seis anos. Ou seja, em apenas seis anos, o número de cursos da área de Turismo e Hotelaria quase quadruplicou em nosso país.

Por conseqüência, quadruplicou também o número de alunos.  Mas, infelizmente, não é possível dizer que quadruplicou a qualidade.

Figura 01 – Evolução do número de cursos de graduação presenciais no Brasil
Clique na imagem para ampliá-la

Há cerca de seis anos, Trigo (2000) apontava em um texto sobre a importância da educação para o Turismo, os principais problemas da área, ligados à falta de professores titulados e à falta de uma visão estratégica coerente com o dinamismo e a sofisticação dos setores de viagem e turismo.

É realmente impossível pensar em aumento da qualidade, a partir da explosão dos cursos, se não houve condições para que egressos dos cursos se titulassem de maneira adequada para atuarem como docentes. O número de professores com título de especialista ou mestre nas áreas específicas do Turismo é muito pequeno em relação à quantidade de salas de aula carentes de professores titulados. Automaticamente, muitos alunos tem aulas com professores que, muito provavelmente, não tiveram nenhum contato com o Turismo em termos acadêmicos, e não será surpresa o fato de que outros vários sequer sabem das particularidades do Turismo, seja na teoria ou na prática.

Desta forma, é natural concluir que muitos dos cursos atualmente oferecidos tem qualidade questionável, e estão oferecendo ao mercado profissionais de formação comprometida. Isto é, não há sentido em se pensar em visão estratégica sem que se possa contar com equipes qualificadas.

Segundo Trigo (2000), “os alunos que se candidatam a esses cursos não sabem que sairão com um diploma legalmente reconhecido, mas desprovido de valor para o mercado, porque seu curso não ofereceu conteúdo que o possibilite a trabalhar na área de uma forma eficiente e competente”.

E então, a pergunta – por que o motivo de comemoração? Não será o ENADE o momento da exposição destas fraquezas?

Sim, sem dúvida. Mas a comemoração se deve pelo simples fato de que o fraco desempenho (naturalmente previsível) auxiliará no processo de maturação da educação em Turismo, apontando onde estão os cursos  que não tem condições de preparar adequadamente o profissional de Turismo. Ou seja, acreditamos que a partir da divulgação dos resultados do ENADE, cursos com fraco desempenho tenderão a perder espaço, permitindo que as instituições que investem no tripé ensino – pesquisa – extensão e que se preocupam com a qualidade de instalações, com a formação de professores e com a composição adequada do currículo, sejam reconhecidas pelo mercado e pelos futuros estudantes da área.

Aí sim, o motivo da comemoração – um passo importante em direção à efetiva melhoria do ensino superior em Turismo.

A formação do profissional em Turismo

Para que uma Instituição de Ensino Superior possa oferecer um curso de Turismo, entre os trâmites burocráticos exigidos pelo MEC – Ministério da Educação, merece destaque a adequação do curso às Diretrizes Curriculares Nacionais, que se constituem em orientações para a elaboração dos currículos, e devem assegurar a flexibilidade e a qualidade da formação oferecida aos estudantes.

No caso do Turismo, tais diretrizes constam do Parecer CES/CNE 0146/2002. Sua elaboração contou com a colaboração de pesquisadores e especialistas em Turismo de todo o Brasil. O documento destaca a questão das habilidades e competências necessárias ao exercício profissional do egresso, apresentadas no Quadro 01.

Quadro 01 – Competências e Habilidades necessárias ao egresso em Turismo

Compreensão das políticas nacionais e regionais sobre turismo;

Utilização de metodologia adequada para o planejamento das ações turísticas, abrangendo projetos, planos e programas, com os eventos locais, regionais, nacionais e internacionais;

Positiva contribuição na elaboração dos planos municipais e estaduais de turismo;

Domínio das técnicas indispensáveis ao planejamento e à operacionalização do inventário turístico, detectando áreas de novos negócios e de novos campos turísticos e de permutas culturais;

Domínio e técnicas de planejamento e operacionalização de estudos de viabilidade econômico-financeira para os empreendimentos e projetos turísticos;

Adequada aplicação da legislação pertinente;

Planejamento e execução de projetos e programas estratégicos relacionados com empreendimentos turísticos e seu gerenciamento;

Intervenção positiva no mercado turístico com sua inserção em espaços novos, emergentes ou inventariados;

Classificação, sobre critérios prévios e adequados, de estabelecimentos prestadores de serviços turísticos, incluindo meios de hospedagens, transportadoras, agências de turismo, empresas promotoras de eventos e de outras áreas, postas com segurança à disposição do mercado turístico e de sua expansão;

Domínios de técnicas relacionadas com a seleção e avaliação de informações geográficas, históricas, artísticas, esportivas, recreativas e de entretenimento, folclóricas, artesanais, gastronômicas, religiosas, políticas e outros traços culturais, como diversas formas de manifestação da comunidade humana;

Domínio de métodos e técnicas indispensáveis ao estudo dos diferentes mercados turísticos, identificando os prioritários, inclusive para efeito de oferta adequada a cada perfil do turista;

Comunicação interpessoal, intercultural e expressão correta e precisa sobre aspectos técnicos específicos e da interpretação da realidade das organizações e dos traços culturais de cada comunidade ou segmento social;

Utilização de recursos turísticos como forma de educar, orientar, assessorar, planejar e administrar a satisfação das necessidades dos turistas e das empresas, instituições públicas ou privadas, e dos demais segmentos populacionais;

Domínio de diferentes idiomas que ensejem a satisfação do turista em sua intervenção nos traços culturais de uma comunidade ainda não conhecida;

Habilidade no manejo com a informática e com outros recursos tecnológicos;

Integração nas ações de equipes interdisciplinares e multidisciplinares interagindo criativamente nos diferentes contextos organizacionais e sociais;

Compreensão da complexidade do mundo globalizado e das sociedades pós-industriais, onde os setores de turismo e entretenimento encontram ambientes propícios para se desenvolverem;

Profunda vivência e conhecimento das relações humanas, de relações públicas, das articulações interpessoais, com posturas estratégicas para o êxito de qualquer evento turístico;

Conhecimentos específicos e adequado desempenho técnico-profissional, com humanismo, simplicidade, segurança, empatia e ética.

Fonte: Ministério da Educação (www.mec.gov.br)

A simples leitura do Quadro 01 nos leva a refletir na amplitude e na complexidade da formação em Turismo, e na necessidade de empenho tanto de professores como, principalmente, de alunos, para que os objetivos sejam atingidos.

Simplesmente resumir a formação em um “equilíbrio ideal entre cultura geral, habilidades de gestão e conhecimento técnico específico” pode esconder as particularidades da área, e não permitir o necessário desenvolvimento do profissional.

É possível que, ao identificar as competências e habilidades necessárias ao profissional, os estudantes que escolheram a área de Turismo por considerá-la fácil ou divertida entendam a razão de sua frustração com o curso. E mais ainda, por não entender a complexidade de sua formação e a razão de ser do curso, certamente serão estes alunos cujo desempenho ficará abaixo do esperado no ENADE.

Da mesma forma, é possível que muitos professores que encaravam as aulas no curso de Turismo apenas como complementação de salário, passem a encará-lo de maneira mais séria e possam optar por um maior envolvimento e compreensão da área.

Ainda que muitos tentem se preparar rapidamente para responder às questões do ENADE, (professores de um lado, alunos de outro), o que se percebe é que o resultado dos quatro anos do curso é que aparecerão, e que os alunos cujos cursos efetivamente contemplaram as orientações das diretrizes é que terão o melhor desempenho.

Dados técnicos sobre o ENADE

O objetivo do ENADE é “avaliar o desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas Diretrizes Curriculares Nacionais, às habilidades e competências para a atualização permanente e aos conhecimentos sobre as realidades brasileira, mundial e sobre outras áreas do conhecimento”.

Segundo a Portaria MEC nº 603, de 07 de março de 2006, participarão do ENADE uma amostra representativa definida pelo INEP dos alunos regularmente matriculados nos primeiros e nos últimos anos dos cursos superiores em Turismo do Brasil, sendo que se considera aluno de primeiro ano aquele que cumpriu entre 7 e 22% da carga horária mínima do currículo do curso, e aluno do último ano aquele que tiver concluído pelo menos 80% da carga horária mínima do curso, até o dia 01 de agosto de 2006.

É responsabilidade da IES a inscrição de todos os alunos habilitados à realização do ENADE, e o INEP procederá à seleção da amostra e contato com os alunos indicando local da prova, que se realizará simultaneamente, em todo o território nacional, às 13h do dia 12 de novembro de 2006, com duração de 4 horas.

Em seu primeiro ano de realização, 2004, as áreas avaliadas pelo ENADE foram Agronomia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Medicina, Nutrição, Odontologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional e Zootecnia.

Em 2005, foram Arquitetura e Urbanismo, Biologia, Ciências Sociais, Computação, Engenharia (divida em grupos II, IV, VII e VIII), Filosofia, Física, Geografia, História, Letras, Matemática, Pedagogia e Química.

No ano de 2006, serão avaliadas as áreas de Administração, Arquivologia, Biblioteconomia, Biomedicina, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social, Design, Direito, Formação de Professores Educação Básica,  Música, Psicologia, Secretariado Executivo, Teatro e Turismo.

A tabela 01 abaixo apresenta os cursos compreendidos na área Turismo.

Tabela 01 – Cursos da área de Turismo no ENADE 2006

Área

Código

Nome do curso

Turismo

812E01

Eventos

Turismo

812L01

Lazer e Turismo

Turismo

812P01

Planejamento e Organização do Turismo

Turismo

812R01

Recreação e Lazer

Turismo

812T01

Turismo

Turismo

812T02

Turismo e Hotelaria

Turismo

812V01

Viagens e Turismo

Turismo

811H02

Hotelaria


A prova será divida em duas partes, sendo a primeira uma avaliação da formação geral (investigando a formação de um profissional ético, competente e comprometido com a sociedade em que vive). Os temas das dez questões farão referência a:

“sociodiversidade: multiculturalismo e inclusão ; exclusão e minorias; biodiversidade; ecologia; novos mapas sócio e geopolíticos; globalização; arte e filosofia; estética; políticas públicas: educação, habitação, saúde e segurança; redes sociais e responsabilidade: setor público, privado, terceiro setor; relações interpessoais (respeitar, cuidar, considerar e conviver); vida urbana e rural; inclusão/exclusão digital; cidadania; ética; direitos humanos; violência; terrorismo, avanços tecnológicos, relações de trabalho.”Já a segunda parte, específica para o Turismo, buscará, nas suas 30 questões, verificar se o aluno tem habilidades e competências para: “1. Correlacionar as políticas de Turismo e a legislação pertinente no sentido de orientar o desenvolvimento sustentável de destinos, serviços e organizações turísticas.
2. Conduzir o planejamento e a gestão de destinos, serviços e organizações turísticas, identificando sua viabilidade sócio-econômica e ambiental (natural e cultural) diante dos diferentes mercados.
3. Identificar e caracterizar a oferta e a demanda turísticas, adequando seu desenvolvimento de acordo com as especificidades dos destinos, serviços e organizações turísticas.
4. Analisar e interpretar dados e informações turísticas com base em estatísticas, cartas e mapas, projeções e tendências.
5. Elaborar e implantar planos, programas e projetos voltados para o desenvolvimento turístico apoiados em métodos e técnicas específicas.
6. Reconhecer a participação da comunidade receptora no processo de desenvolvimento turístico, de forma que seus anseios e necessidades sejam respeitados pelas organizações turísticas públicas e/ou privadas.
7. Interagir em equipes multi e interdisciplinares nos diversos contextos organizacionais e sociais da área do Turismo.
8. Agir em consonância com os princípios da legalidade e da ética da área do Turismo.
9. Articular o setor de serviços ao de viagens e turismo levando em conta as mudanças estruturais e as tendências globais.

Os conteúdos abordados na prova estão descritos na Tabela 02:

Conteúdos Específicos

1. Fundamentos Teóricos do Turismo e da Hotelaria

2. Sistema de Turismo

3. Evolução da Hospitalidade e seus Reflexos no Turismo

4. Componentes, Tipologias e Segmentação do Mercado Turístico

5. Organizações Turísticas das Áreas de Hospedagem, Alimentos e Bebidas, Transportes, Agenciamento, Eventos, Entretenimento e afins

6. Políticas Públicas em Turismo

7. Planejamento e Gestão de Organizações e Destinos Turísticos

8. Desenvolvimento e Formatação de Destinos e Produtos Turísticos

9. Sustentabilidade e Competitividade no Turismo Global e Local

10. Responsabilidade social dos agentes no processo de desenvolvimento turístico (turista, comunidade, empresários, governantes e prestadores de serviços)

11. Gestão da Informação em Turismo

12. Mudanças e Tendências do Turismo no Mundo e no Brasil

Conteúdos Básicos

1. Fundamentos Geográficos do Turismo;

2. Meio Ambiente Natural e Turismo;

3. Patrimônio Histórico-Cultural frente ao Turismo;

4. Fundamentos da Administração em Turismo;

5. Aspectos Psicossociológicos do Turismo;

6. Estudos Econômicos do Turismo;

7. Marketing Turístico;

8. Ética e Legislação do Turismo;

9. Fundamentos Metodológicos da Pesquisa em Turismo.

Isto quer dizer, certamente, uma prova complexa, que certamente avaliará a capacidade do aluno avaliado em pensar o mundo em que vive e conseguir enxergar e entender o real papel do Turismo.

Considerações e Expectativas

A realização do ENADE, como dito no início do texto, vai marcar a história da Educação em Turismo no Brasil. Coordenadores, professores e alunos terão seu desempenho avaliado pela primeira vez, contribuindo para a construção de um referencial.

O lado triste de tudo isso é saber que, muito provavelmente, haverá desempenho ruim, e isso pode prejudicar a imagem do curso em todo o país.

Mas, ao mesmo tempo, certamente haverá desempenho bom, excelente talvez, por parte daqueles que elegeram o Turismo como profissão por paixão, e que se dedicam a fazer bem o que escolheram – coordenadores, professores e alunos.

De certa forma, fica a expectativa, por nossa parte, que o ENADE seja surpreendente – que revele aquilo que sempre desejamos e que, na verdade, vemos em muitos bacharéis atuantes:

- o comprometimento, não só com seus objetivos pessoais, mas com a sociedade, e com o mundo, por meio de projetos e ações coerentes, que realmente visem melhorar as condições atuais;

- a capacidade crítica, para não aceitar simplesmente que as coisas “são assim”. As coisas são do jeito que as fazem, e sempre é possível fazer melhor. Mais que isso, é necessário fazer diferente;

- a reflexão, para que os pensamentos não sejam simplesmente transformados em palavras, jogadas ao ar sem fundamento. Que o que seja dito, ou escrito, seja resultado de um exercício de busca de referencias, crítica e ordenação, de modo que o que se fale seja novo, contribuindo com o avanço do pensamento sobre o Turismo;

- a atualização, pois, já que é tão fácil se adequar a novas tecnologias de celulares e Internet, é necessário se valer delas para ampliar suas fontes de informação, saber como anda o pensamento e a produção em outros lugares do info-mundo, usando os dados coletados como referenciais para novas propostas em terras brasileiras;

- e finalmente, a consciência, no sentido do saber-se (conhecer-se) como parte de um todo maior, o TURISMO BRASILEIRO, mas cujo funcionamento depende sim da contribuição de cada um dos futuros Turismólogos, para que sejamos profissionais valorizados, reconhecidos e respeitados.

Aos que farão a prova, esperamos que o façam lembrando que representam toda uma categoria de pessoas, e não apenas uma escola.  É importante lembrar – os resultados são divulgados em rede nacional, como recentemente aconteceu com o ENADE 2005.

E àqueles que não farão, mas que participam do processo, sendo alunos ou professores, que desde já se preocupem não com o ENADE, como prova, mas sim com a busca constante pela qualidade, preparando-se adequadamente para um mercado cada vez mais exigente, competitivo e que sempre valorizou bons desempenhos.


Referências Bibliográficas

INEP. Enade 2006 – Portaria número 603 de 07 de março 2006. Acessado em 27/08/2006 http://www.inep.gov.br/superior/enade/default.asp.

MEC/CNE (Ministério da Educação / Conselho Nacional de Educação). Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação em Direito, Ciências Econômicas, Administração, Ciências Contábeis, Turismo, Hotelaria, Secretariado Executivo, Música, Dança, Teatro e Design. Parecer CES/CNE 0146/2002 Aprovado em 03/04/2002. http://www.mec.gov.br/sesu/ftp/pareceres/14602DCEACTHSEMDTD.doc

TEIXEIRA, Rivanda Meira. Ensino Superior em Turismo e Hotelaria no Brasil: Um Estudo Exploratório. In: Turismo em Análise – volume 12 (2) páginas 07-31. São Paulo: ECA-USP, 2001.

TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. A importância da educação para o Turismo. In: LAGE, Beatriz Turismo – Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, 2000.


Mariana Aldrigui Carvalho, bacharel em Turismo e mestre em Ciências da Comunicação pela ECA/USP, é professora do curso de Lazer e Turismo da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, pesquisadora na área de Turismo, Hotelaria e Hospitalidade, e presidente da ABBTUR São Paulo.


 


 
 

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