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Editorial: Turismo e Patrimônio Histórico-Cultural - Como se constrói um bom caminho para voltar no tempo.
1/3/2007 - José Geraldo de Moura Júnior, Felipe Correa

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A edição de fevereiro da ROLET mostra alguns caminhos para a fórmula científica que nos permite transcender o ritmo continuo e linear da vida e voltar no tempo. Os artigos irão abordar em toda esta edição a relação entre o Turismo, Patrimônio Histórico e legado cultural.

Pois observando atentamente podemos ver que o Turismo permite que o homem possa vivenciar ao máximo uma realidade distinta da sua vida cotidiana, mesmo que nessa experiência ele deseje sentir ao máximo como seus antepassados históricos viviam cotidianamente, aproximar-se de sensações de datas anteriores.

Aproximamos o leitor da percepção das possibilidades de atuação técnica na relação entre Turismo, Patrimônio Histórico e Cultural. Partindo de pressupostos muito bem estabelecidos mundialmente sobre os conceitos de preservação, socialização, conservação e transmissão agregadas à “administração” de imóveis físicos tombados ou da forma em que se percebe e intervêm na cultura local, vamos da teoria à prática, tentando observar se há práxis que estejam transformando corretamente a realidade atual da cultura em si, que em vários momentos parece estar em abandono, ou como um sub-valor de menor importância no contexto da sociedade.

Sempre que partimos da reflexão teórica para mudar uma realidade começamos a ver que o mundo é estabelecido dentro de parâmetros normativos objetivos. Portanto nosso conhecimento também deve tornar-se objetivo e delinear-se com a multidisciplinaridade característica no Turismo. O artigo de Elaine Beatriz PedrosoPatrimônio Histórico, Artístico e/ou Cultural: Aspectos Jurídicos” destaca conceitos importantes sobre Patrimônio Histórico e Cultural que dão base a toda legislação desta área, resgatando noções básicas quando se aborda o assuntos como tombamento, o que é o IPHAN, as primeiras leis que deram origem às noções de preservação atuais entre outros temas relacionados ao “Direito do Turismo”.

No artigo “Diamantina – Os aspectos da cidade que ainda precisam ser lapidados”, Amanda Gusmão comenta sobre os desafios que uma cidade, Patrimônio Histórico da Humanidade segundo a UNESCO, precisa enfrentar para incrementar o Turismo e fazer com que esta atividade se torne uma ferramenta para o desenvolvimento econômico e social e integrar Governo, Iniciativa Privada e os turistas para que a cidade possa ser preservada e utilizada de forma adequada, sem abalar suas características culturais e seu complexo arquitetônico.

Ivone Cordeiro aborda em seu artigo “Patrimônios do cotidiano” a relação entre a história cotidiana e a cultura de um povo, a modernidade e o patrimônio que é construído a partir de várias épocas distintas e acima de tudo, o patrimônio que esta presente em todas as cidades do mundo, ou seja, seus moradores. As pessoas vão lapidando e construindo a história de sua cidade, transformando a paisagem e são ilustres personagens anônimos que perpetuam a cultura e a história das cidades.

Finalizando esta edição Rosiane Dias Mota, em seu artigo “História e Cultura como atrativo Turístico”, resgata o contexto histórico da relação turismo e cultura para validar a importância da humanização desta área, e mostrar como as possibilidades técnicas do turismo podem ser propulsoras de valorização da cultura local e dos próprios autóctones, descortinando a verdadeira vocação e necessidade de analisar o Turismo: fazer conhecer o outro para construir uma sociedade justa e igualitária. O turismo planejado pode trazer grandes benefícios no âmbito da humanização das relações entre os homens.

Esperamos que o leitor, assim como um viajante antes de escolher seu destino, aproveite os conteúdos desta edição como um guia que mostre os melhores caminhos de como voltar para o passado, escolhendo bem em que centro histórico irá e como irá dirigir o seu olhar para vivenciar ao máximo uma realidade antiga, mas não forjada. Seja sempre um viajante crítico ou um gestor atento.

Nossa memória fortalece nossa identidade, e sempre é bom entender o que somos “nós brasileiros”. Porque somos assim?

Boa leitura,

José Geraldo de Moura Júnior
Felipe Correa


 
 

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Veja mais Revista Edição 027:

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 Diamantina – Os aspectos da cidade que ainda precisam ser lapidados
 Patrimônio Histórico, Artístico e/ou Cultural: Aspectos Jurídicos
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