Ricardo Freire é publicitário nas horas ocupadas e turista profissional em todas as outras.
Em 98 publicou um livro que se tornou a maior referência no gênero no Brasil: Viaje na Viagem (editora Arx, 5ª. edição) -- um livro a um só tempo divertido e útil, que cobre da arrumação da mala à cura da depressão da volta, passando por um banco de idéias de roteiros e culminando com um dicionário de 500 destinos.
O sucesso do livro rendeu um convite para ser editor de viagem da revista Vip e abriu o caminho para uma carreira paralela de jornalista de turismo e autor de guias.
Em 99 publicou Postais por escrito (ed. Mandarim), com trechos extraídos de seus diários de viagem para a Ásia e o Oriente Próximo.
Em 2001 saiu a versão impressa do guia Freire's Brasil Praias , que agora começa a ser transposto, atualizado, para a Internet.
E entre 2001 e 2003 colaborou com a revista Viagem e Turismo , onde além de escrever matérias era o titular da coluna "Pergunte ao Riq". Ricardo Freire também escreve crônicas de humor sob a rubrica Xongas .
Depois de três anos no Jornal da Tarde paulistano, Xongas agora ocupa a última página da revista Época .
Seu último livro publicado é O Efeito Sanfona: confissões de um dependente químico de comida (Ed. Objetiva). 
As divertidas confissões de um dependente químico de comida
Rir emagrece? Faça o teste. Suba na balança antes e depois de ler este livro. Se você não emagrecer de tanto rir, é porque exagerou nas visitas à despensa, nos ataques à geladeira e nos pedidos ao disque-pizza. Em "O Efeito Sanfona – confissões de um dependente químico de comida" o publicitário e escritor Ricardo Freire apresenta um divertido tratado sobre a dor e a delícia de lutar contra a balança. "Enquanto os outros simplesmente envelhecem, nós emagrecemos e engordamos, emagrecemos e engordamos. É muito mais divertido", escreve Ricardo, transitando entre a auto-ajuda e a auto-atrapalhação.
Imagine aquele chocolate delicioso derretendo na sua boca ou aquela pizza quentinha, saindo do forno. A tentação é tanta que você é capaz de cometer o crime da gula várias vezes, sem pensar nas conseqüências. Afinal, por que deixar para amanhã a dieta que podemos adiar hoje? Mas, cedo ou tarde, o resultado aparece: as calças não entram, as blusas não fecham, o corpo parece que sobra... É chegada a hora de encarar a ditadura da forma e seus piores instrumentos de tortura: o espelho, o cinto, a ginástica e o grande vilão na vida de um sanfona – a balança "o detector de mentiras oficial do sistema. Cada subida vale por um depoimento sob juramento e você sempre acaba denunciando a si mesmo." Quanta decepção!
Mas não se desespere, Ricardo Freire – sanfona assumido – ensina como lidar com as frustrações, de quem vive ganhando (e, mais raramente, perdendo) quilinhos a mais. Com muito bom-humor e criatividade ele conta como passou, sem muitas paranóias, de bebê fofo e rechonchudo a adolescente gorducho; de jovem magrelo a adulto cheinho.
"Essa coxinha está piscando só para você, ou ela faz isso para todo mundo? Aquela torta-mousse estava gostosa de verdade, ou só porque você estava pagando? Como explicar a existência do Magro-de-Ruim — aquele sujeito que come o que quiser, na quantidade que bem entender, e jamais engorda?" Impossível não se identificar com o texto cômico deste glutão assumido. Qualquer que seja – ou esteja – o seu manequim, prepare-se para dar gargalhadas tamanho GG.
Ricardo Freire nasceu em Porto Alegre, em 1963, com 3 quilos e 600 gramas. Mora em São Paulo e pesa mais de 80 (tem medo de saber quanto). No campo profissional, concilia a publicidade (é autor do bordão "não é nenhuma Brastemp"), o jornalismo de viagem (na revista Viagem & Turismo) e a crônica (na revista Época). É autor de livros de viagens e de crônicas. Já fez incontáveis regimes, internou-se quatro vezes em spas e foi proprietário de três esteiras elétricas pouquíssimo usadas. Atualmente, confessa-se viciado em milkshake de chocolate.
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