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  Felipe Correa - Vitória/ES
 
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Poluição é comum em todas as bacias hidrográficas, afirma Iema

O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), que realiza o monitoramento de 75 pontos dos rios, dos quais seis são no Rio Jucu, reconheceu que os índices de coliformes fecais acima dos níveis satisfatórios.



O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), que realiza o monitoramento de 75 pontos dos rios, dos quais seis são no Rio Jucu, reconheceu que os índices de coliformes fecais acima dos níveis satisfatórios.

"Todos os seis pontos estão ruins. Mas esse é um problema verificado na maior parte das bacias hidrográficas do Estado e do país. É o resultado da falta de um sistema de tratamento de esgoto", admitiu o gerente de recursos hídricos do Iema, Fábio Ahnert.

Ele explicou que os dados levantados pelo monitoramento são encaminhados para o Governo, que determina as ações que deverão ser adotadas. No caso do Rio Jucu, Ahnert citou o projeto Águas Limpas, da Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan).

"O projeto já recebeu investimentos e pretende ampliar o tratamento de esgoto na Grande Vitória", afirmou.

Sobre a criação dos Comitês de Bacias Hidrográficas, Fábio relatou que há uma proposta em tramitação no Conselho Estadual de Recursos Hídricos, mas não há a pretensão de se reativar o Consórcio Rio Jucu-Santa Maria.

"Há um entendimento que ao longo deste ano serão realizadas iniciativas para a criação dos comitês. Serão feitas articulações com os agentes dos comitês, que são organizações não-governamentais, empresas e o Governo", adiantou.

Vila Velha aposta em campanha educativa

Campanhas educativas com moradores do entorno do Rio Jucu para que não joguem entulhos no rio e para os que não têm o sistema de tratamento de esgoto, que construam fossa com filtro, têm sido feitas pela Prefeitura de Vila Velha há quatro anos.

"No sistema da fossa, o esgoto é tratado e depois lançado na rede. O custo do serviço não é alto, mas não sei dizer o valor. É uma boa alternativa, pois existem moradores que não têm condições de ligar a rede de esgoto à rede coletora do Prodesan", informou a gerente de recursos hídricos da Secretaria de Meio Ambiente da prefeitura, Nívea Paula Negrelli.

O secretário de obras de Vila Velha, Luis Otávio Machado de Carvalho, não foi localizado para informar sobre o projeto de macrodrenagem das bacias hidrográficas do município, que prevê a construção de galerias, rede coletora de esgoto, desobstrução e limpeza de canal, além de obras de esgotamento sanitário em Araçás.

Porém, a assessoria de imprensa da prefeitura disse que a licença prévia ambiental já foi dada para as obras de macrodrenagem. O projeto irá contemplar 46 bairros de Vila Velha.


 
 

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