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O mercado de trabalho e o bacharel em Turismo
5/6/2005 - Kelma Alves de Souza

As reclamações são muitas, mas as tentativas de criar novas alternativas através da criatividade dos futuros e atuais profissionais tornam-se caso raro. Existem profissionais de outras áreas que atuam nos diversos segmentos do turismo sem sequer ter freqüentado uma sala de aula para estudar ou se capacitar em prol de um bom atendimento aos turistas, ocasionado pela falta de percepção dos bacharéis às oportunidades. Estas às vezes estão mais próximas do que imaginamos, mas preferimos fechar os olhos e apenas reclamar.



Embora saibamos que o Turismo é uma área onde existe uma gama de opções e que está enquadrada num vasto crescimento, demonstra não oferecer atrativas oportunidades de trabalho para o Bacharel em Turismo (título acadêmico; encontra-se no aguardo da regulamentação da profissão).

O descontentamento dos bacharéis, parte desde o período de faculdade. Em especial no processo de realização dos estágios, pois muitas vezes as empresas do setor turístico não "valorizam" estes futuros profissionais e as remunerações oferecidas aos alunos chegam até ser humilhantes, sem contar que estes em muitos casos desenvolvem atividades de um colaborador sem sequer receber recursos para o desempenho da atividade. Em algumas situações, todo o sacrifício enfrentando pelo estagiário é compensado futuramente com a efetivação.

As reclamações são muitas, mas as tentativas de criar novas alternativas através da criatividade dos futuros e atuais profissionais tornam-se caso raro. Existem profissionais de outras áreas que atuam nos diversos segmentos do turismo sem sequer ter freqüentado uma sala de aula para estudar ou se capacitar em prol de um bom atendimento aos turistas, ocasionado pela falta de percepção dos bacharéis às oportunidades. Estas às vezes estão mais próximas do que imaginamos, mas preferimos fechar os olhos e apenas reclamar. Portando, nós que fazemos parte da classe do setor do turismo independente do nível ou segmento: bacharel, gestor, técnico, tecnólogo ou guia de turismo (regulamentada pela Lei n° 8.623/93) devemos nos unir e por em prática a nossa inclusão no mercado de trabalho. Não é necessário que se tenha um espírito empreendedor, mas que tenhamos uma visão holística da situação, já que existem opções ainda pouco exploradas.

O desemprego é um fato e que devemos nos adaptar, porém não podemos desanimar ou desistir de persistir na busca da realização dos nossos sonhos ou de atingir as nossas metas, parando no meio do caminho apenas porque em alguma(s) tentativa(s) o sucesso não foi almejado, mas simplesmente por se tratar de uma realidade.

O turismo é uma das atividades mais promissoras da atualidade, resultando dois fatores: o crescimento das oportunidades de trabalho, já que entre dez empregos gerados, um beneficia ao turismo direta ou indiretamente e a exigência da mão-de-obra qualificada. As oportunidades estão surgindo, portanto para participar deste mercado que está em ascensão, se faz necessário a qualificação profissional, já que este trata de um fator determinante. A demanda turística está cada vez mais exigente, com isto faz com que seja diminuído o espaço para amadorismo.

Portanto, procure o seu diferencial, seja inovador, estude, seja curioso, aperfeiçoe, seja ousado, dedique-se naquilo que for fazer independente do setor e trabalhe muito ou pelo menos procure por ele, pois o trabalho e o sucesso caminham juntos. Não desperdice as oportunidades que surgirem, pois às vezes as pequenas oportunidades trazem consigo excelentes chances de crescimento futuramente na vida profissional.

Nota: O Bacharel em Turismo tem a Deliberação Normativa 390/98 em seu favor que dispõe sobre a exigência de parecer técnico emitido por profissional e egresso de cursos superiores de Bacharel em Turismo, nos projetos e empreendimentos turísticos oriundos de recursos federais.


KELMA ALVES DE SOUZA, Bacharel em Turismo, Professora do SENAC/SE e CEFET /SE nos cursos de Turismo e Hospitalidade.
Aracaju-SE
kelmasouza@ig.com.br

 


 
 

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