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A Importância Do Turismo Internacional Para Economia Mundial
4/8/2005 - Marcus Vinicius Campos

O Brasil tem grandes desafios, a começar pelo demasiado risco em se fazer turismo no país. O índice de crimes contra turistas, especialmente nas grandes cidades é enorme e a repercussão no exterior extremamente negativa, o que acaba intimidando muitos estrangeiros a visitar o país. É preciso considerar o fato de que a nossa infra-estrutura é deficitária, no que diz respeito à sinalização turística, rodovias, marinas, enfim, elementos que são fundamentais ao turismo, em seus mais diferentes segmentos.



Resumo:
Com o passar dos anos nota-se que o turismo tem acompanhado as tendências da globalização, cada vez mais sendo uma atividade que engloba os diversos países dos cinco continentes. É preciso entender as razões dessa participação mundial que tem como foco central o desenvolvimento turístico e os resultados gerados na economia e na sociedade de países ricos e pobres, com essa diversificação de destinos vem se descobrindo produtos turísticos exóticos e com grande valor natural e cultural aos muitos turistas que antes se quer tinham conhecimento de tais regiões. O objetivo desse estudo é identificar no turismo um responsável para o crescimento das nações numa perspectiva de curto, médio, mas principalmente longo prazo.

Palavras-chave: Turismo internacional, economia, importância do turismo, tendências, demanda turística.
 
O Turismo como uma atividade sócio-econômica potente representa um papel fundamental no contexto do desenvolvimento de países pobres e ricos. Está presente com intensidade nos cinco continentes e movimenta mais de 700 milhões de pessoas2, isso sem contemplar o turismo doméstico, possuidor de uma representatividade significativa no aquecimento da atividade turística.

Mas o que faz do turismo uma atividade visada pelo poder publico e privado de diversos países que competem sistematicamente entre si no objetivo de atrair mais turistas? Eis alguns pontos que explicam a genuinidade da atividade.

· O turismo é um grande gerador de emprego e renda, inclusive a mão de obra humana no setor de serviços não pode ser trocada pela robotização.
· É decisivo na balança comercial dos países, especialmente aqueles mais progressistas no setor.
· Não degrada o meio ambiente em intensidade como outras atividades (industriais, petrolíferas, etc).
· Desenvolve-se em pequenas, médias e grandes cidades.

É nítida a importância do turismo na riqueza de muitos países desenvolvidos, como a Espanha, esse país recebe anualmente cerca de 50 milhões de turistas3, especialmente originários do Reino Unido e da Alemanha, países com alto poder aquisitivo e que se deslocam por todo território espanhol, desde Madrid até as Ilhas Canárias. Isso faz com que o turismo seja a principal atividade econômica da Espanha, representando 12% do PIB nacional4.

A Espanha preparou-se investindo na segmentação do produto, em infra-estrutura, mão de obra qualificada, oferecendo aos turistas equipamentos de excelente qualidade, o que de fato permite um amplo destaque do país no cenário turístico internacional.

Cabe destacar ainda à demanda emissiva espanhola que cresceu substancialmente com a entrada do país na União Européia. Os espanhóis não só ganham com o turismo, como o praticam em maior intensidade. De acordo com o Ministério da Economia Espanhola, em 1979 cerca de 34 milhões de espanhóis fizeram viagens de longa distancia, em 2003 esse número foi de 53 milhões5.

O turista espanhol que vem ao Brasil passa em média 17 dias, só perdendo em tempo de permanência no país, segundo a Embratur para alemães e italianos e gasta em média por dia 92 dólares, índice inferior apenas ao dos americanos6. A Espanha é um exemplo claro de êxito no turismo por ter uma variedade de atrativos a oferecer, mas principalmente por ter investido e tratado a atividade turística de forma séria e profissional. 

Deve-se fazer uma análise acerca do estágio de desenvolvimento do Brasil no contexto do turismo internacional. Nos últimos anos o Brasil vem buscando mudar sua imagem no exterior, antes vinculada as mulatas, futebol e carnaval, caminho este que levou o país a ser um dos mais requisitados pelos adeptos do turismo sexual. De fato percebe-se um interesse maior dos turistas estrangeiros por locais como o Pantanal e Amazônia, por exemplo.

O Brasil vive um momento propício ao turismo, pela desvalorização do real frente ao euro, além de uma considerável melhora nos empreendimentos turísticos do Nordeste, Amazônia e Pantanal.
O Governo brasileiro aos poucos vem investindo numa nova imagem do país, principalmente no que diz respeito à diversidade e singularidade dos nossos atrativos culturais e naturais.

Mas o Brasil tem grandes desafios, a começar pelo demasiado risco em se fazer turismo no país. O índice de crimes contra turistas, especialmente nas grandes cidades é enorme e a repercussão no exterior extremamente negativa, o que acaba intimidando muitos estrangeiros a visitar o país.

É preciso considerar o fato de que a nossa infra-estrutura é deficitária, no que diz respeito à sinalização turística, rodovias, marinas, enfim, elementos que são fundamentais ao turismo, em seus mais diferentes segmentos.

O Brasil recebeu em 2003 um número de 4,1 milhões de turistas estrangeiros, sendo o 4° mais visitado em toda América, contudo encontra-se bem distante do Canadá que aparece em 3° lugar, o Brasil representa 0,5% do turismo mundial.7 O Ministério do Turismo trabalha para que em quatro anos o país dobre os seus números, mas para tal será fundamental resolver problemas históricos que impedem o desenvolvimento da atividade no Brasil.8

Analisando o contexto latino-americano observa-se que o turismo pode ser uma saída para os problemas econômicos e o equilíbrio social da região. Para tal é preciso uma integração regional mais precisa que apresente internacionalmente o potencial da América Latina.

Inegavelmente o México é o grande condutor dos resultados turísticos obtidos pela região. O motor da industria turística mexicana é a demanda norte americana, que busca fundamentalmente os seus sítios históricos e as suas praias. Dos quase 19 milhões de turistas que visitaram o México em 2003 cerca de 8 milhões cruzaram a fronteira dos Estados Unidos com o país, isso sem considerar aqueles que viajaram por via aérea.9

Significa dizer que a base da atividade no México está diretamente relacionada com a demanda norte-americana, o que é positivo e negativo. Positivo porque os Estados Unidos é um dos principais países emissores do mundo, com alto poder aquisitivo, embora ao mesmo tempo negativo porque dentro de uma atividade que sofre influências exógenas como o turismo, qualquer fator negativo nos Estados Unidos influencia automaticamente na captação de turistas ao território mexicano.

O turismo representa 9% do Pib mexicano um resultado muito significativo se observarmos os países mais importantes do setor turístico. Em 2003 o país ocupou a 8ª colocação no ranking de chegadas internacionais da OMT10. Salienta-se que nos últimos dois anos estatísticos ainda sob reflexo dos atentados terroristas, o México acumulou uma queda de 5,8% na entrada de turistas internacionais, o que indica a necessidade do país para com a atração de turistas oriundos de regiões alternativas como Europa e Ásia, tendo por objetivo equilibrar a demanda que visita o país.

A América Central apresenta um potencial turístico valioso, contemplando desde os resquícios das antigas civilizações que ali habitaram, aos fenômenos naturais como vulcões até as praias que praticamente estão presentes em todas as partes.

Esses países vêm instituindo uma política de turismo própria, moderna e eficaz, utilizando a sustentabilidade como marco das suas estratégias promocionais.

O destaque do site do Ministério de Turismo da Costa Rica é “Costa Rica, sem ingredientes artificiais”11, o país inclusive aplica a capacidade de carga como forma de garantir a preservação de seu patrimônio natural e cultural.

Outro exemplo é o de Honduras que faz parte com outros países da América Central de um projeto revolucionário denominado “Programa Mundo Maya de Turismo Sustentável”. Nessa região localiza-se a segunda maior floresta tropical do mundo, onde existem cerca de 400 cidades arqueológicas e onde vivem cerca de 5 milhões de indígenas de origem maia12.

Esses países não têm priorizado o turismo massivo e esse deve ser o caminho próprio para a região, já que tamanha a singularidade do lugar que se não houver uma preocupação com o patrimônio histórico-natural existente poderá ir por terra todo o trabalho que vem sendo realizado.

Uma das características desse projeto é a inclusão da comunidade autóctone, participando do processo de desenvolvimento turístico, seja como guias de turismo ou outras atividades desempenhadas.

Outra nação que tem visto a importância do turismo para a sua economia é Cuba, que tem utilizado a atividade como uma forma de receber dólares originários do exterior, já que o país enfrenta há muitos anos sanções econômicas dos Estados Unidos.

O país recebeu em 2002 mais de 1 milhão e meio de turistas, interessados pelas praias cubanas, sua música, literatura, a simpatia do seu povo e claro os famosos charutos13.

A América Central/Caribe começa a aproveitar sua posição geográfica, próximo da América do Norte e relativamente da Europa para oferecer um produto diferenciado voltado ao desenvolvimento sustentável e a originalidade na prestação dos serviços, mesclando com a curiosidade dos turistas em conhecer uma região de uma rica cultura, mas ainda desconhecida em sua amplitude.

A América do Sul ou Sudamerica para os espanhóis, que estatisticamente de acordo com a OMT recebeu em 2002, 12,5 milhões de turistas13, possui a seguinte divisão de mercado, o Brasil detém 37% do mercado, seguido da Argentina com 30%, Chile com 15% e o Uruguai com 13%14.

A diversidade natural e cultural da América do Sul é muito forte, pode-se citar a Amazônia, os Andes, Machu Pichu, Rio de Janeiro, Ilhas Margarita, etc.

O problema da região é que as autoridades públicas trabalham desordenadamente, o turista que, por exemplo, visita o Peru para conhecer Machu Pichu poderia vir ao Brasil conhecer o Pelourinho ou Ouro Preto, num único pacote turístico, como se faz na Europa. Outro exemplo o turista que visita Punta Del Este poderia ir a Florianópolis ou Rio de Janeiro. Para tal seria importante uma integração maior entre os países sul-americanos, desenvolvendo dentro dos mesmos segmentos pacotes que incluíssem destinos de vários países, o que poderia proporcionar um gasto promocional maior da região no exterior, já que a receita partiria de todos.
A América do Sul precisa consolidar-se no mercado internacional para usufruir os benefícios do turismo, solidificando o seu potencial e captando cada vez mais estrangeiros de forma ordenada e segura.

Percebe-se que no mundo, algumas nações já definiram o turismo como uma prioridade há muitos anos, entre os quais pode-se citar os países mediterrâneos, países caribenhos, México, EUA, entre outros.

Mas nota-se uma transformação significativa, o mundo como um todo começa a visualizar a importância do turismo como meio de desenvolvimento econômico e inclusão social, conforme se observa na figura 1.1 que indica os fatores da expansão da atividade turística.

Observando a figura, nota-se que o turismo vem evoluindo bastante com o passar dos anos, deixando de ser uma atividade exclusiva dos balneários europeus e passando a integrar regiões com grande valor turístico, proporcionando benefícios aos núcleos receptores, aos investidores locais e internacionais e aos turistas que adquirem cada vez mais conhecimento.

Países do Oriente Médio, região rica e que se baseia no petróleo como mola propulsora de desenvolvimento, tem investido cada vez mais no turismo, especialmente no turismo de luxo, criando ilhas particulares, como é o exemplo dos Emirados Árabes Unidos com hotéis considerados seis estrelas tendo o valor da diária de até 13000 dólares15.

Caso parecido o de Bahrein que em 2004, inaugurou o autódromo mais moderno do mundo, inclusive com uma prova de fórmula 1, no meio do deserto e que conseguiu atrair milhares de pessoas do exterior para este grande evento esportivo, tudo isso no meio de conflitos como o do Iraque e dos palestinos. Qual a fórmula para atrair os turistas? Qualidade nos serviços, conforto e segurança, o turista provavelmente chega do seu jatinho, desembarca no complexo turístico e uma semana depois volta pra casa, talvez mais seguro do que se estivesse em alguma rua de New York. Resultado, em 1990 o Oriente Médio recebeu 10 milhões de turistas, em 2003 mesmo em meio a uma guerra, esse número foi de 30,4 milhões, gerando um crescimento de 215%16.

Outro exemplo é o de países como Bolívia, Paraguai, que tem buscado intercâmbio com países como Costa Rica e Espanha, visando o desenvolvimento de áreas naturais para a prática do Ecoturismo como no Lago Titicaca ou a Cordilheira dos Andes, em números esses países faturam muito pouco, mas estão iniciando agora o seu processo de planejamento, onde em breve esses resultados aparecerão.

Figura 1.1 – Fatores que resultaram na expansão da atividade turística
Fatores que resultaram na expansão da atividade turística

Fonte: Elaboração própria


Pode-se ainda falar dos antigos socialistas do Leste Europeu, antes fechados ao mundo ocidental e que hoje possuem toda uma infra-estrutura que faz com que o turista siga de Viena até Budapeste, passando por Bratislava de barco.

Enfim, o surgimento de novos produtos turísticos tem feito com que o setor do turismo se torne cada vez mais competitivo e que tenha um papel fundamental na geração de emprego e captação de divisas aos países.

De acordo com a OMT (2004), o ano de 2004 colheu um crescimento no fluxo turístico internacional superior a 10%, refazendo-se dos três últimos anos negativos, quando foi afetado drasticamente pelos atentados terroristas, Guerra no Iraque e a pneumonia asiática.

A Europa continua sendo a região líder com uma recepção de 401 milhões de turistas, destacando-se a Europa Central e a Costa do Mediterrâneo17.

Após a queda do World Trade Center, notou-se uma forte mudança no turismo internacional, o continente americano que até então representava a 2ª região do planeta em fluxo turístico foi ultrapassado pela Ásia e Pacífico, que especificamente em 2003 recebeu 119,1 milhões de estrangeiros enquanto a América contou com uma chegada de 112 milhões18.

Na seqüência aparece a região africana com destaque para Marrocos, Tunísia, Egito e África do Sul obtendo um total de 31 milhões de chegadas internacionais, acompanhado do Oriente Médio com 30 milhões19.

É preciso ressaltar os fatores que levaram o continente asiático superar o continente americano. Eis alguns motivos:

1° Próspero momento da economia asiática, especialmente dos tigres asiáticos, fortalecendo a demanda emissiva, que naturalmente opta em maior freqüência por destinos do mesmo continente.

2° Abertura da China para investimentos internacionais, inclusive no que diz respeito a industria turística, algumas das demonstrações de tal tendência é o crescimento de linhas aéreas internacionais ligando a China e o Ocidente, além do aumento de eventos internacionais no país.

3° Melhora na infra-estrutura turística asiática, com isso vem-se observando o crescimento no número de instalações luxuosas principalmente em países como Tailândia, Indonésia, Malásia, Coréia do Sul e China.

4° Busca dos turistas por destinos novos e exóticos, com a difusão da cultura asiática tem crescido o interesse dos turistas ocidentais por elementos que resgatam a história milenar da região.

5° Temor do terrorismo nos Estados Unidos, observa-se que este país se encontra como um dos principais alvos para ataques terroristas, ocasionando numa retração dos turistas principalmente pós 11 de setembro.

6° Restrições para entrada de estrangeiros em território americano, como conseqüência dos atentados as torres gêmeas o governo dos Estados Unidos tem sido exigente na liberação de vistos a estrangeiros.

Apesar do turismo ser uma atividade extremamente dependente dos fatores exógenos existentes, a Organização Mundial do Turismo (2000) afirma que em 2020, o fluxo turístico internacional deve passar de 700 milhões de pessoas para 1 bilhão e meio de pessoas, viajando com fins que podem ser considerados turísticos.

Acompanhando esse crescimento estará a Região Asiática que deve ter em 2020 um número de 400 milhões de turistas, ainda atrás da Europa que deve chegar aos 700 milhões, mas com uma taxa de crescimento menor que a da Ásia, em seguida deve aparecer o continente americano com 300 milhões de turistas e as outras regiões com índices inferiores aos 100 milhões de visitantes20.

Especificamente destaca-se a China que dentro de 15 anos aproximadamente deve se tornar um dos principais emissores e receptores internacionais e que de fato representa hoje o grande protagonista do continente asiático21.

É preciso considerar que a maioria das viagens são feitas em curta distância, o que é uma característica prejudicial ao Brasil porque os seus vizinhos não possuem uma grande representatividade em viagens turísticas, em contraposição favorece a países europeus que já tem uma ótima estrutura turística, como França e Espanha, já que a proximidade geográfica indica que a maioria dos alemães, suecos, ingleses, italianos optam por destinos não muito distantes de seus respectivos países.

Observando os dados estatísticos da Malásia, por exemplo, percebe-se que os seis principais emissores desse país que recebe anualmente 11 milhões de turistas, três vezes mais que o Brasil, são Cingapura, Tailândia, Indonésia, China, Brunei e Japão, ou seja, todos países do mesmo continente e que estão próximos da Malásia22.

Em 1995 as viagens em curtas distâncias eram 82 por 18 a longa distância, em 2020 isso deve passar para 76 por 2423. Ou seja, um crescimento maior das viagens a longa distância, mostrando a tendência de um turismo intercontinental que pode favorecer aqueles países periféricos que melhor atrativos, conforto e segurança venham a oferecer a demanda turística internacional.

Dessa forma o turismo chega a representar cerca de 10% do Produto Interno Bruto mundial, mas que a indústria petrolífera, farmacêutica e automobilística (individualmente). Alguns países da América Central, como a Martinica, por exemplo, chega a ter no turismo 70% do seu PIB24.

O futuro é extremamente promissor, apesar de ameaças terroristas, problemas sociais e econômicos, mas a necessidade de viajar, de fugir do stress e de adquirir experiências e conhecimento está intrínseco na vida do ser humano.

Bibliografia

Agência Efe (2004). Turismo inseguridad y crisis económica crean nuevas tendencias, 23 de noviembre de 2004.
Banco de México (2003). Numero de visitantes internacionales a México 2003.
Embratur (2003). Estudo da demanda turística internacional, pág.50.
Fórum Mundial de turismo para a paz e desenvolvimento sustentável (2004). Civilização maia une América Central na busca pelo turismo sustentável.
Immigration Department of Malaysia. Tourist Arrivals to Malaysia from selected market in 2003.
Instituto Costarricense de turismo.
Mastny, Lisa. Traveling light: new paths for international tourism. Pág. 14. The world witch institute.
Ministerio de Economía española (2003). 25 años de turismo español en cifras, pg 5.
Ministério do Turismo do Brasil (2004). Metas do plano nacional de turismo (PNT/PPA 2003-2007), ago 2004.
Revista Veja. Na casa dos bilhões, pg 73. Edição 1899-ano 38.
WTO (2004). Barómetro OMT del turismo mundial, volumen 2 n°1, enero de 2004.
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WTO (2003). International tourist arrivals by country of destination América 2003. World Tourism Organization.
WTO (2003). International tourist arrivals by country of destination Middle East. WTO. Set.03.
WTO (2000). Perspectivas a largo plazo: Turismo: Panorama 2020. Datos y cifras. Organización Mundial del turismo, jul 2000.
WTTC (2002). The impact of travel & tourism on jobs and economy China, 2002.


Marcus Vinicius Campos é graduando do 5° Semestre do Curso de turismo da Faculdade de Tecnologia e Ciencias de Feira de Santana/Ba.
 

 


 
 

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