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Bacharel em Turismo x Ética Profissional
18/11/2005 - Denise Figura,Kelen Silva,Kelly Fagundes,Priscila Piovesano

O código Mundial de Ética do Turismo é, por conseguinte, a coroação de um completo processo de consulta. Os dez artigos que o compõem foram aprovados por unanimidade na Assembléia Geral da OMT realizada em Santiago do Chile, em Outubro de 1999. O Código compreende nove artigos que enunciam as "regras do jogo" para os destinos, governos, operadores turísticos, promotores, agentes de viagens, empregados e para os próprios turistas.



Resumo
O profissional de Turismo hoje deve fazer do código de ética do Bacharel o seu principal aliado perante o mercado de trabalho, que já pouco valoriza essa profissão. O Bacharel deve buscar se destacar, pois a realidade mundial é a falta de ética em todas as profissões.

Palavras Chave: Código de Ética, Trabalho, Turismo, Sociedade, Mundial

A realidade hoje se destaca por uma palavra "ética", que cada vez mais está desaparecendo entre profissionais de diversas áreas, que muitas vezes não lembram de seus compromissos, condutas, concepção, princípios e em algumas vezes desmoralizando a imagem dos profissionais. O código de ética foi criado para valorizar o bacharel em turismo.

Vivemos uma crise mundial de valores, onde o ser humano nunca sabe o que é correto é o que não é. A falta de conhecimento ou não entendimento da ética resulta em uma falta de segurança muito grande na vida e numa continua tensão nas relações sociais que está propenso a se organizar em torno de interesses particulares e não do direito e da justiça, contudo este fato se prejudica ainda mais por causa da própria lógica dominante da economia e do mercado que é administrado pela competição, criadora de exclusões e oposições.

Desde a Revolução Industrial o mundo passou por diversas transformações, no campo econômico, social, político e moral, estas mudanças para o ser humano causaram importantes impactos que modificaram os relacionamentos em sociedade, assim causando uma modificação de valores, que geram confusões e situações diversificadas, mas que o homem tenta se adaptar. Neste sentido a ética surge como norteadora desses novos valores morais. Mas devido o crescimento acelerado do turismo, onde problemas sociais, como a degradação do meio ambiente e o desrespeito com as populações locais e com os próprios turistas, surgiram à necessidade de criar códigos que elaborassem leis pautadas no turismo sustentável como o CÓDIGO MUNDIAL DE ÉTICA DO TURISMO que teve sua aprovação no ano de 1999 e o CÓDIGO DE ÉTICA DO BACHAREL EM TURISMO também no mesmo ano.

O Código Mundial de Ética do Turismo cria um marco de referência para o desenvolvimento responsável e sustentável do Turismo Mundial no início do novo milênio. Face à previsão de que o Turismo Internacional quase triplicará o seu volume nos próximos vinte anos, os Membros da Organização Mundial do Turismo estão convencidos de que o Código Mundial de Ética do Turismo é necessário para ajudar a minimizar os efeitos negativos do turismo no meio ambiente e no patrimônio cultural, aumentando, simultaneamente, os benefícios para os residentes nos destinos turísticos.

A preparação deste código advém de uma resolução adotada na Assembléia Geral da OMT, em Istambul, em 1997. Nos dois anos subseqüentes, constituiu-se um Comitê Especial para preparar o Código Mundial de Ética do Turismo, tendo como base um documento preliminar que foi elaborado pelo Secretário Geral e o Conselheiro Jurídico da OMT, posterior a consultas feitas ao Conselho Empresarial, às Comissões Regionais e ao Conselho Executivo da Organização.

O código Mundial de Ética do Turismo é, por conseguinte, a coroação de um completo processo de consulta. Os dez artigos que o compõem foram aprovados por unanimidade na Assembléia Geral da OMT realizada em Santiago do Chile, em Outubro de 1999. O Código compreende nove artigos que enunciam as "regras do jogo" para os destinos, governos,   operadores turísticos, promotores, agentes de viagens, empregados e para os próprios turistas.

A discussão sobre ética moral dominou a sociedade e transformou a vida política e social do mundo profundamente, como por exemplo, a evolução da mulher no mercado de trabalho. "A ética a serviço da revolução é inteiramente justificada pelas leis da historia, pela concepção do mundo e, além disso, ela lhe fornece suas justificações morais" (MORIN, 2003, p. 40).

Geralmente os conceitos de ética e moral são usados como sinônimos, ou então define-se ética como "Conjunto da praticas Morais de determinada sociedade" (SUNG, 2002, p.13).

A respeito da ética profissional, podemos dizer que esta baseia-se na abordagem que intervem nos processos de trabalho de forma a tornar possível o exercício da profissão dentro de parâmetros que contemplam o interesse maior da sociedade.

Com esta nova regulamentação todos os setores do turismo tiveram que promover diversas adaptações, que atingiu vários setores, como o institucional que percebendo a importância da atividade para a economia, regula suas ações promovendo o seu desenvolvimento, e as empresas privadas que devem cumprir tais normas e reconhecer o valor do Bacharel em turismo, já que esta, principalmente é conhecida por oferecer salários baixos e más condições de trabalho a seus empregados.Trabalhar com publico e vender sonhos é um desafio que deve ser levado a sério, pois não é só um produto que está sendo vendido, mas também um sonho, por isso o profissional cada vez mais busca se especializar para trabalhar com produto intangível.

O turismo deveria oferecer empregos permanentes, pois ajudaria a desenvolver uma carreira com renda garantida constante e periódica. Muitas empresas oferecem serviços aos bacharéis em turismo que qualquer outra pessoa o faria como reservas de passagens aéreas por computador ou recepcionista de um hotel, isso faz com que aja certa insatisfação no trabalho, contribuindo para alta rotatividade dos empregados. Mas também o turismo tem seu lado positivo, comparado com outras indústrias, já que este cria grande número de empregos, dá oportunidade a pessoas jovens entre outros. "Será difícil conceber a forma pela qual poderemos desenvolver um turismo verdadeiramente sustentável e socialmente justo" (KRIPPENDORF, 2000, p. 39).

Trabalhar com público e vender sonhos é um desafio que deve ser levado a sério, pois não é só um produto que está sendo vendido, mas também um sonho, por isso o profissional cada vez mais busca se especializar para se destacar no mercado.

REFERÊNCIAS

KRIPPENDORF, Jost. Sociologia do Turismo: para uma nova compreensão do lazer
e das viagens. São Paulo: Aleph, 2000.
MORIN, Edgar. Ética, cultura e educação. 2º edição.São Paulo: Cortez, 2003.
SUNG, Jung Mo; SILVA, Josué C. da. Conversando sobre ética e sociedade.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.


Denise Figura, Kelen Andréia Silva, Kelly Cristine F. Fagundes e Priscila P. Piovesano são estudantes de do 6º período do curso de  Turismo da Faculdade Santa Cruz de Curitiba, Paraná.


 
 

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