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  Fernanda Fonseca - Macapá/AP
 
Índice | Apresentação

O Meio do Mundo é aqui - Macapá é a única capital brasileira que está no Meio do Mundo. Visite-nos!
24/1/2006 - SRBE Notícias





Correspondente Voluntária ETUR Fernanda Fonseca

O acesso ao Amapá é realizado por via aérea ou fluvial. O Aeroporto Internacional de Macapá recebe vôos de diversos estados do país das companhias TAM, VARIG, GOL, sendo RICO, META e PUMA vôos regionais, e vôos internacionais através da Guiana Francesa pela TAF. O tempo de vôo entre Brasília e Macapá é de 3h45. Barcos e navios regionais partem diariamente do Porto de Santana, distante apenas 15km da capital Macapá.


Vamos lhe apresentar algumas das muitas belezas naturais que estão espalhadas pelos 16 municípios que compõem o cenário de um lugar onde os avanços da modernidade dividem espaço com a tranqüilidade da natureza. Qualidades não lhe faltam. O Amapá exibe diferentes características amazônicas. Tudo traduzido em paisagens bem distintas, como planícies, campos inundáveis, mangues, cerrados e florestas virgens. O Estado possui ainda outra particularidade: a localização. Por estar situado no extremo norte do Brasil e da Amazônia e por fazer limites com a Guiana Francesa e o Suriname ao noroeste; com o Oceano Atlântico ao nordeste; com as Ilhas Estuarinas e o Rio Amazonas a sudeste; e com o Estado do Pará a sudoeste.

O Amapá é uma das Unidades Federativas mais recentes do Brasil. Suas terras foras transformadas em território nacional em 1943, depois de terem sido separadas do Estado do Pará. Quarenta e cinco anos mais tarde, em 1988, o então Território do Amapá foi transformado em Estado. O Amapá é o Estado amazônico com cobertura florestal mais bem preservada do país. Menos de 1% de sua área de 143.453,7 km²  foi desmatada. Ele ainda conserva quase 30% de sua cobertura vegetal protegida.

São reservas extrativistas, estações ecológicas, parque nacional e áreas indígenas. Apresenta uma excepcional diversidade de ecossistemas representados por florestas de terra firme, várzeas, cerrados, igapós e manguezais. O espetacular encontro das águas do Amazonas e do Atlântico. A vida levada ao ritmo dos rios, das matas e de tambores do marabaixo. O Amapá é refúgio de belezas naturais temperadas com tradições culturais únicas. Os pólos ecoturísticos do Amapá abrangem: Pólo Extremo Norte (Oiapoque, Amapá, Calçoene e Pracuúba),    Pólo Pororoca


(Cutias, Tartarugalzinho, Itaubal e Ferreira Gomes), Pólo Meio do Mundo ( Macapá e Distritos), Pólo Tumucumaque (Porto Grande, Pedra Branca do Amaparí, Serra do Navio e Santana), e Pólo Castanhais ( Laranjal do Jarí, Vitória do Jarí e Mazagão).


Macapá é a única capital brasileira cortada pela linha do Equador, onde pode-se observar o Equinócio, fenômeno natural que acontece no momento em que o Sol tem sua trajetória alinhada à Linha do Equador, e é ao mesmo tempo, o portão de entrada do Pólo Amapá.

Favorecido pela sua localização estratégica, com sua costa banhada pelo Rio Amazonas, a capital amapaense guarda relíquia da arquitetura militar datada do século XVIII: a Fortaleza São José de Macapá, restaurada e transformada em centro de atividades culturais. Entre os pontos turísticos localizados na zona urbana, destaca-se: o Monumento Marco Zero do Equador, o Trapiche Eliézer Levy, Museu Sacaca do Desenvolvimento Sustentável e o Mercado de Produtos da Floresta.

Com sua costa influenciada pela foz do Rio Amazonas, a zona costeira do Amapá apresenta

cenários belíssimos, formados por lagos residuais abrigando fantástica biodiversidade de fauna e flora flúvio-marinha onde habitam várias espécies de aves e peixes. Nessa região acontece a Pororoca, fenômeno natural que ocorre no momento do encontro das águas fluviais e águas oceânicas formando ondas gigantescas que invadem o continente.


A foz do Rio Amazonas acolhe também o Arquipélago do Bailique, complexo insular formado por 08 ilhas que servem como refúgio de aves migratórias, além de oferecer paisagens naturais de grande beleza onde está sendo criada uma unidade de conservação para atividades de ecoturismo.


Em Mazagão, a região de Maracá, tem como atrativos sua natureza exuberante e rios encachoeirados. Em Pracuúba, o visitante pode se dedicar à observação de pássaros e ninhais de excepcional beleza com espetáculo proporcionado pelas marrecas, garças, guarás e gavião-real, além de um grande número de peixes como tucunaré e pirarucu, possibilitando a prática da pesca esportiva.


Na porção centro oeste do estado, está a Serra do Navio, que tem como particularidade suas serras com cobertura de floresta densa de terra firme, o rio Amapari com inúmeras corredeiras. Nessas paragens pode ser encontrado uma espécie rara de beija-flor de vermelho forte, conhecido como brilho de fogo.


Na região Sul encontra-se a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru com seu ecossistema rico em biodiversidade e habitado por populações tradicionais. A RDS do Iratapuru foi criada para manter o equilíbrio ecológico e proporcionar a exploração sustentável dos recursos naturais da região. As comunidades que habitam a floresta, estão envolvidas com o extrativismo da castanha-do-brasil, transformada com a implantação da fábrica, em óleo, farinha e principalmente no biscoito.

A gastronomia amapaense é representada variedade de temperos de sabor inigualável, pelo açaí, fruto de onde se retira o vinho, peixes típicos da região, camarões,  servidos aos molhos exóticos como o tucupi, taperebá, cupuaçu, a farinha de mandioca, e sobremesas da flora amazônica.

A Cachoeira de Santo Antônio localiza-se no Município de Laranjal do Jari, a 270 Km de Macapá, Capital do Estado do Amapá. A precipitação é de 2000mm/ano, sendo o período de janeiro a junho o de maior intensidade de chuvas, quando a Cachoeira atinge o maior volume d’água.

Formada por processos vulcânicos ocorridos há milhões de anos atrás, com quedas d’água a despencar de uma altura de trinta metros. Cercada pela floresta tipicamente Amazônica, proporciona um cenário de rara beleza e exotismo no interior da Amazônia Oriental e constitui um patrimônio paisagístico que deve ser preservado para as presentes e futuras gerações.


A visão da cachoeira é extasiante, um privilégio de quem ainda pode ter contato com a natureza em estado puro, constitui sem dúvida o maior atrativo turístico de todo o município, em ambiente natural dos mais agradáveis, numa região em que proliferam grandes castanhais. Dispõe de um significado potencial turístico, considerando-se os atrativos praticamente intactos, poupados da ação predatória. A partir de um decreto do Governo do Estado do Amapá, foi inserida nas áreas de utilidade pública, visando a proteção de suas características ambientais, como também ao desenvolvimento do turismo. O local é de grande valor paisagístico, que se destaca juntamente com outras belíssimas áreas.


Como chegar até a cachoeira ? Chegar até a Cachoeira de Santo Antônio é muito fácil. Chegando em Macapá, você deve pegar um transporte até o município de Laranjal do Jari, que pode ser um ônibus de qualquer empresa existente no Estado, ou uma besta, que também faz linha para o Laranjal do Jari com saídas diárias às 8:00 e às 16:00 hs. Chegando ao município, você poderá pegar uma catraia no rio Jari para fazer o trajeto até a Cachoeira. O visitante pode aproveitar ao máximo as belezas do local.


O Amapá é também uma fonte de tradições culturais rica, que mistura heranças indígenas, caboclas, africanas, portuguesas e até religiosas. Ao longo do ano, são realizadas festas em vários municípios do Estado com o objetivo de valorizar, preservar e divulgar o folclore local.

Será que depois de tudo isto você ainda precisa de mais motivos para fazer uma visita ao Amapá? Para que não haja nenhuma desculpa, esta é a mais nova descoberta.

PARQUE NACIONAL DO TUMUCUMAQUE, objetivos específicos da unidade é assegurar a preservação dos recursos naturais e da diversidade biológica, bem como proporcionar pesquisas científicas e do desenvolvimento de atividades de educação, recreação e turismo ecológico.


ASPECTOS CULTURAIS E HISTÓRICOS


O Parque Nacional das Montanhas de Tumucumaque é o maior parque nacional do Brasil e a maior unidade de conservação de Floresta Tropical do Mundo.
ÁREA, LOCALIZAÇÃO E ACESSOS

O parque possui uma área de 3.867.000 ha localizado na região noroeste do Estado do Amapá, ao longo da fronteira internacional do Brasil com a Guiana Francesa, Suriname abrangendo e uma porção estreita do Estados do Pará acompanhando a margem direita do rio Jari. O parque abrange os municípios de Almerim, no Estado do Pará Laranjal do Jari, Pedra Branca do Amapari, Serra do Navio, Calçoene e Oiapoque no Estado do Amapá. A região abriga as nascentes de todos os principais rios do Amapá, com destaque para o Oiapoque, o Jari, e o Araguari.


CLIMA

O clima da região é classificado como tropical quente úmido com temperatura média de 25ºC e precipitação variando de 2000 a 3250 anuais.


QUE VER E FAZER (ATRAÇÕES ESPECIAIS)/ÉPOCA IDEAL PARA VISITAÇÃO

O Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque se insere numa das regiões que ainda se mantém mais bem-preservadas de toda a Amazônia. Por seu estado de preservação, é considerada uma das mais importantes áreas selvagens de floresta tropical do mundo.


RELEVO


O parque está situado na unidade de relevo das Depressões da Amazônia Setentrional com porções dos Planaltos Residuais do Norte da Amazônia. O solo predominante é o latosolo e a característica marcante no relevo da região é a presença de formações geológicas graníticas do tipo Inselberg, conhecidas nacionalmente como Pão de açúcar que emergem do meio da mata densa proporcionando paisagens de elevada beleza cênica.


VEGETAÇÃO


A Floresta Amazônica da região é classificada como Floresta Ombrófila Densa Submontana. A floresta apresenta alto porte e cobertura uniforme, com inúmeras árvores emergentes. Também observam-se afloramentos rochosos com vegetação de arbustos e gramíneas (carrasco). Nos morros do tipo “pão-de-açúcar” a vegetação é esparsa, com predominância de bromeliáceas e cactáceas. As principais famílias de plantas encontradas na região são Bignonianceae, Bombacaceae, Euphorbiaceae, Moraceae, Sterculiaceae, Lauraceae, Vochysiaceae, Sapotaceae, Lecythidaceae, leguminosas, Combretaceae, Anacardiaceae, Rubiaceae, Meliaceae, Sapindaceae, Annonaceae e Palmaea. As árvores mais comuns incluem: Calophyllum brasiliense, Carapa guianensis, Cedrela fissilis, Ceiba pentandra, Coumourana punctata, Couroupita guianensis, Eschweilera sp., Guarea trichiloides, Luehea sp., Coumourana punctata, Parkia pendula, Pentaclethra macroloba, Protium sp., Schwartzia sp., Trichilia sp., e Warszewiczia coccinea..


FAUNA


Tumucumaque tem uma fauna espetacular, que vai desde os grandes carnívoros, como a onça-pintada e a sussuarana, até beija-flores multicoloridos, como o beija-flor-brilho-de-fogo. Espécies importantes e altamente ameaçadas de extinção, para as Guianas em geral, também podem ser encontradas na área do parque dentre estas podemos destacar a: Coturnicops notatus (conhecida de um registro na Guyana), o joão-rabudo Synallaxis kollari, conhecida de apenas uma localidade, o papa-mosca Euscarthmus rufomarginatus, conhecida de uma área no sul da Suriname e no Amapá, espécie que nunca foi vista mais desde a sua descoberta nas Guianas nos anos 60. Os primatas que foram registrados na região são: os macacos-de-cheiro, Saguinus midas e Saimiri sciureus sciureus, os macacos-prego, Cebus olivaceus e Cebus apella, o cuxiú, Chiropotes satanas chiropotes,o parauacú, Pithecia pithecia chrysocephala, também conhecido como macaco-preguiça, o barbado, Alouatta seniculus e o macaco-aranha, Ateles paniscus.


BENEFÍCIOS INDIRETOS E DIRETOS DA UNIDADE PARA O ENTORNO


Os municípios cujas terras serão parcialmente englobadas pelo parque irão se beneficiar dos recursos que serão investidos no novo parque e também pelo turismo que a criação da área irá estimular.


 
 

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