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Campinas, de costas para o trem
28/2/2006 - Maristela Smeraldi

A edição campineira do 6º Circuito Etur a Pé foi planejada com base na estrada de ferro, outrora tão importante. “Campinas, de costas para o trem” ... há o que se pensar, não? A saída fica justamente na antiga estação ferroviária, passa pelo centro da cidade e retorna na mesma, no intuito de deixar uma saudade daqueles tempos, ou quem sabe, uma esperança.



6º Circuito Etur a Pé: Nove cidades!A cidade de Campinas surgiu na primeira metade do século XVIII como um bairro rural da Vila de Jundiaí (Bairro Rural do Mato Grosso), com a instalação de um pouso de tropeiros.

A região central de Campinas era o endereço dos ricos barões do café. As mansões foram construídas em torno das três primeiras ruas da cidade, as ruas de Cima (depois rua Direita e atual Barão de Jaguara), do Meio (atual Dr.Quirino) e de Baixo (atual Luzitana).

A instalação de diferentes companhias férreas em Campinas, a partir de 1868, trouxe para a cidade uma outra dinâmica e sentido históricos. Através das Companhias Paulista (1868), Mogiana (1872), Ramal Férreo (1889), Funilense (1890) e Sorocabana (1921), Campinas consolidou o papel já centenário de "entroncamento" viário, transformando a cidade em um novo espaço de comércio, produção e serviços no interior da Província e, depois, do Estado de São Paulo.

A partir da década de 1950, as mudanças operadas na área de transporte começaram a transferir para o setor rodoviário o papel até então desempenhado pela ferrovia.
No início da década de 1970, as antigas estradas de ferro paulistas foram incorporadas à FEPASA e, no curso da década de 1980, a malha ferroviária começou a ser concessionada. No caso de Campinas, a FEPASA manteve o transporte de passageiros até o ano de 2000.

Na atualidade, Campinas ocupa uma área de 801 km² e conta com uma população aproximada em 1 milhão de habitantes, distribuída por quatro distritos (Joaquim Egídio, Sousas, Barão Geraldo, e Nova Aparecida) e centenas de bairros.

O roteiro foi planejado com base na estrada de ferro, outrora tão importante. “Campinas, de costas para o trem” ... há o que se pensar, não? A saída fica justamente na antiga estação ferroviária, passa pelo centro da cidade e retorna na mesma, no intuito de deixar uma saudade daqueles tempos, ou quem sabe, uma esperança.

O ponto de encontro será na Estação Cultura, antiga estação de trens da Fepasa, que atualmente funciona a Secretaria de Esportes e Cultura. Lá veremos também a Barbearia do Sr. Luis, que mantém essa Barbearia há mais ou menos 50 anos.

Seguiremos pela Rua 13 de Maio, uma das ruas em que passava o bonde elétrico (1912-1968), contornando a Catedral Metropolitana, construção iniciada em 1807 e terminada em 1883 (várias paralisações por falta de recursos), passando o Palácio dos Azulejos (antiga moradia do Barão de Itatiba e atualmente Museu da Imagem e do Som (MIS)), Terminal Mercado II, iremos até o Largo do Pará, nome dado em homenagem ao maestro Carlos Gomes em 1896.

Retornaremos pela R. Barão de Jaguara (também era linha do bonde), passando pela Sede do Etur, Mercado Campineiro, Farmácia Mertz (Theodoro de Souza Campos Junior, membro fundador da Academia Campinense de Letras, nasceu em Campinas em 25 de fevereiro de 1903. Depois de cursar a Escola de Farmácia e Odontologia de Pindamonhangaba-SP e de se graduar em medicina veterinária na Faculdade de Pouso Alegre, MG, voltou para Campinas e estabeleceu-se comprando a Farmácia Mertz), Largo do Rosário (Praça Visconde de Indaiatuba - A praça Visconde de Indaiatuba tem esse nome por causa da Igreja construída no final do século XIX e que foi derrubada na década de 1950, no contexto das grandes reformas na região central), avistando o Éden Bar, Bingo do Visconde (Solar do Visconde de Indaiatuba), Giovanetti 1 e Fórum.

Passaremos o Café Regina (tradicional café da cidade – um dia um certo senhor chegou a cidade e não queria ser reconhecido como turista e sim como conhecedor de costumes locais. Ficou sabendo da fama do café e resolveu “dar um pulinho” até lá pra saborear aquele café de que todos falavam. Entrou (como conhecedor), viu o ambiente agradável, cheio de pessoas e pediu para a garçonete um café expresso (pensou  que assim ninguém reconheceria sua condição de turista). Ledo engano... enquanto saboreava seu  café expresso todos os demais o olhavam com curiosidade, aguardando passar o tradicional café de bule...) Padaria Orli, Praça Bento Quirino, visualizando Prédio Jóquei Club, Giovanetti 2, Estátua Carlos Gomes, Tonico’s Boteco, estátua Bento Quirino (onde alguns jovens sentam em seu colo na calada da noite), Igreja do Carmo, estátua César Bierrenback. De lá iremos ao Mercado Municipal de Campinas (Mercadão), Terminal Mercado I, retornando à Estação Cultura.

Roteiro Detalhado:
Encontro - 8h45: Estação Cultura (Fepasa) – Praça Marechal Floriano Peixoto, s/n.
Saída 9h00 da Estação Cultura.
Encerramento por volta das 11h00.

Estação Cultura - R. 13 de Maio - R. Regente Feijó - Av. Moraes Sales - Av. Francisco Glicério - Largo do Pará - R. Barão de Jaguará - R. Benjamin Constant - R. Álvares Machado - R. 13 de Maio – Estação Cultura.


 
 

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